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Sábado, 6 de Setembro de 2008
"Não nos deixa ter uma noite sossegada"

Olá,

Chamo-me Teresa, tenho 38 anos e dois filhotes, a Rita de 3 anos e 3 meses e o Gonçalo de 7 anos. Neste momento, pretendo falar do comportamento da Rita que desde sempre que foi mais difícil de adormecer á noite. Até há uns meses, talvez Fevereiro ou Março, que não nos deixa ter uma noite sossegada, pois acorda várias vezes durante a noite e precisa sempre que fiquemos junto dela para adormecer, apesar de partilhar o quarto com o irmão. Chora desconsoladamente, grita imenso e sai da cama para vir ter comigo á cozinha, se eu lhe digo que não posso ficar com ela para adormecer. Como o meu marido trabalha por turnos, nem sempre me pode ajudar nesta tarefa. Como devem de calcular, quando chego a casa, como a maioria das mães, tenho outro trabalho, o doméstico. Acabo sempre, por me deitar tardíssimo e cansada se fico com a Rita até ela adormecer. Quando, finalmente, me vou deitar, o "despertador" da Rita toca a lembrar que a mãe já foi para a cama e são horas de começar a chorar e/ou a saltar da sua cama para a dos pais. Passam-se noites em que dormimos (pais e filha) muito pouco (4 a 5 horas, ás vezes menos), na tentativa de manter a Rita na sua cama. Ora vou eu para junto dela, ora vai o pai e passamos as noites nisto. Depois, é claro, andamos cansados e sem paciência para a aturar e ás suas restantes birras. Estas, ultimamente começaram a ser mais frequentes e sem sentido, acontecem por tudo e por nada. Até para pedir qualquer coisa, como um simples copo de água já temos uma birra á espreita. Pede as coisas a choramingar. O irmão não pode brincar com ela porque começa com birrinhas e gritos por isto e por aquilo. Andamos (mãe e filha) constantemente "de candeias ás avessas", eu digo sim, ela diz não, parece que está sempre a tentar provocar-me. Agora, prefere mil vezes estar com as avós do que comigo (talvez porque tem companhia garantida durante a noite quando lá fica para dormir), o que me deixa muito triste e sem perceber o que aconteceu para ter este comportamento. No infantário, durante as férias da sua educadora, teve de ficar com outras educadoras e/ou auxiliares que ela conhece muito bem, chorava imenso quando a deixava no infantário e para dormir a sesta. Quando a educadora voltou de férias, também notou esta mudança de comportamento na Rita e comentou comigo que a achava insegura. O que estranhamos bastante, pois até há pouco tempo (antes das férias) era uma criança segura de si e muito independente. Não consigo entender o que se passa com a nossa filhota, nem o que fazer para ultrapassar esta fase com paciência. Comentei com a pediatra, o facto da Rita não querer dormir na sua cama e disse-me para não me preocupar, pois é uma fase passageira. Também procurei alguma informação na Internet sobre este assunto e as opiniões são muito variadas, desde a opinião de que é normal dormir na cama dos pais nesta idade até á opinião totalmente contrária com todas as consequências que isso acarreta. É difícil decidir se sim, dorme na nossa cama para podermos dormir um sono justo, ou não, não dorme e continuamos a passear entre o nosso quarto e o deles até que a dita fase passageira (ou não) termine!

Agradeço muito a vossa ajuda.

Os meus cumprimentos e felicitações pela ideia deste site.

 

 

Boa Tarde,

Todas as crianças podem, excepcionalmente, dormir na cama dos pais.

Mas é fundamental que se sintam confortáveis e seguras no seu espaço.

As questões relacionadas com o sono preocupam naturalmente os pais e educadores, mas as soluções exigem que sejam criadas regras e treino.

A situação que nos descreve existe aparentemente há bastante tempo e não vai alterar-se de um dia para o outro, vai ter de investir tempo para alterar o hábito criado.

Prepare o momento de ir para a cama como um ritual, criando hábitos que vão preparando a altura de ir dormir, procure durante este período investir mais tempo não precipitando os acontecimentos.

Contar uma historia pode ser um momento muito bom entre pais e filhos, pode envolver o filho mais velho neste processo, mas sem transferir a responsabilidade para ele.

Pode sair gradualmente do quarto e não deve enganar a sua filha com desculpas, no caso de dizer que vai voltar para ver se está tudo bem, volte mesmo e não demore muito tempo da 1ª vez, aos 3 anos a paciência não é a principal virtude.

Tente chegar a acordo, combine que vai sair, explique que ainda tem coisas para fazer mas que volta no intervalo das suas tarefas e volte mesmo.

Reforce a autoconfiança da sua filha e tente perceber o que pode ter provocado a alteração de comportamento.

Não se deixe intimidar por ela gostar de ficar com os avós, eles têm também o seu papel.

A equipa Let's Grow



Publicado por consultoriodeeducacao às 00:14
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