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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007
Crianças Hiperactivas - Parte 2/3

(...continuação)

 

Os 3 Tipos de Hiperactividade

O tipo de PDAH menos comum engloba as crianças que são predominantemente hiperactivas, inquietas e agitadas, que têm tendência para interromperem constantemente as aulas, mas mantêm uma concentração minimamente adequada.

O segundo tipo PDAH é caracterizado pelos problemas relacionados com a falta de atenção, onde as crianças distraem-se facilmente, são desorganizadas, mas não são hiperactivas. Este tipo de crianças apresentam várias formas de devaneios, esquecem-se de coisas, perdem coisas, adiam, atrasam-se nos compromissos, e costumam apresentar falhas ou erros nos trabalhos que lhes são pedidos.

O terceiro tipo de PDAH é a uma combinação dos dois tipos anteriores. Este terceiro tipo de PDAH é o mais frequente e é também a forma mais grave. São crianças que logo desde muito cedo apresentam sinais muito claros ao nível do seu temperamento. São bebes que dormem muito pouco ou por curtos intervalos de tempo, quando acordados requerem muita atenção, apresentam problemas de alimentação precisando de comer muitas vezes por breves períodos, tiveram uma fraca sucção durante as mamadas, choram durante as refeições, entre outros. São, portanto, crianças difíceis de acalmar a sua irritabilidade, o seu choro, de lidarem com as suas cólicas, e não gostam muito de serem pegados ao colo. Para se auto-acalmarem preferem chuchar, tocarem-se na cabeça, etc. É frequente, os pais destas crianças, sentiram uma grande dificuldade em implementarem uma rotina diária, argumentando que são crianças muito irregulares e inconstantes.

 

Como Identificar os Sinais

As crianças com hiperactividade são caracterizadas por expressarem muita dificuldade em ficarem quietas, planificarem acções, prestarem atenção ao que se passa à volta, parecendo que estão distraídas quando alguém fala com elas. Vêem as suas dificuldades transformadas em frustrações, têm irritações e os que as rodeiam manifestam algum desassossego. São crianças que, por consequência, estão muito mais expostas a situações de perigo e acidentes tornando-se crianças difíceis de lidar, exigindo muita atenção e preocupação. A impulsividade parece ser a responsável por não pensarem antes de fazerem algo, o que os torna bastante imaturos quando ao lado do seus pares.

Quanto mais identificados forem os sinais abaixo descritos, mais probabilidades existem de se estar perante um problema de hiperactividade:

 


  • A criança nunca está sossegada, está sempre agitada
  • Sempre que a criança está sozinha, aparecem logo disparates
  • É malcriada e faz cenas em publico
  • Na escola, é turbulenta e tem problemas de concentração
  • Parece que não tem consciência do perigo e tem comportamentos de risco
  • A criança não consegue estar com a sua atenção focalizada sobre uma matéria ou tarefa específica mais do que alguns minutos
  • É hiperemotiva
  • Não presta atenção ao pormenor
  • Comete erros de irreflexão
  • Comete erros por desatenção
  • Distrai-se facilmente
  • Interrompe tarefas por acontecimentos menores
  • É incapaz de se manter sentado quando deveria estar
  • Torce-se e balança-se na cadeira
  • Tem dificuldade de esperar antes de responder
  • Tem grande tendência em interromper os outros
  • Tem dificuldade em se interessar por actividades calmas
  • Tem fraca tolerância à frustração
  • Tem acessos de cólera
  • Manifesta autoritarismo
  • Tem forte variação do humor
  • Desmotiva-se facilmente

(continua...)

 

A equipa Let´s Grow



Publicado por consultoriodeeducacao às 08:00
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Domingo, 25 de Novembro de 2007
Agitação e irrequietude interior
Caros Srs Doutoures,
 
Tenho 35 anos e sou divorciada tendo a meu cargo os meus dois filhos de 8 anos(menina) e um rapaz de 6 anos.
Os dois possuem personalidades muito fortes,de modo a só fazerem aquilo que entendem e quando entendem.
Neste momento estou a ter problemas com a mais velha.Noto que anda numa agitação interior enorme,não conseguindo se concentrar para executar tarefas escolares.
O aproveitamento escolar baixou muito,verificando que na maior parte das vezes nem o enunciado dos trabalhos que tras para casa são copiados na totalidade.
Em casa não tenho controlo nela.não colabora em nada do que lhe é pedido e é não é capaz de estar tranquila mesmo a ver televisão é capaz de estar a ouvir a conversa do lado e a cantar ao mesmo tempo.
O quarto é uma desorganização e não consigo que os castigos resultem pois a palavra que mais utiliza é não.Não quero e não faço.estou deseperada.O mais novo imita também os comportamentos negativos da irmã,só fazendo o que quer.
Como imponho regras?Que devo fazer?
O Pai é uma figura ausente na vida deles.Tendo reconstruido de novo a sua vida.
A nivel de relação com outras crianças tudo corre bem se for ela a liderar as brincadeiras caso contr´rio não.Tenho a sensação que já não possuo controlo na minha casa.Não obedecem a nada.
Socorro!!!!!
 
Com melhores cumprimentos,
 
Vera santos


Publicado por consultoriodeeducacao às 00:44
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007
2 anos

Desde já dou os parabéns por este site e em especial a estes consultórios, são excepcionais e de grande ajuda.

Queria saber a vossa opinião sobre a minha situação, pois não sei até que ponto o comportamento do meu filho é comum e preciso mesmo de ajuda em como proceder em termos de educação

Sou mãe de um menino que faz em 17/11 dois aninhos. O poder de concentração dele é praticamente nulo, não há brinquedo, livro, DVD, brincadeira que o faça para 2 minutos (não estou a exagerar), está constantemente a mexer-se, a correr, aos saltos….

 

Já desistimos de jantar fora, pois acabamos sempre por comer à vez, porque o menino não aguenta estar na cadeira muito tempo. Já não vamos passear, preferimos sempre ficar em casa, pois se sairmos com ele, acabamos sempre por nos aborrecer com ele e ficamos muito cansados de andar constantemente atrás dele e não aproveitamos o passeio (estou a falar no plural, mas geralmente sobra para mim)

 

É extremamente difícil impor-lhe regras, não obedece aos “não” firmes que tanto são recomendados e nem com palmadas lá vai, pois se ralho parece que nem sequer escuta, se dou palmada risse, se lhe dou uma palmada mais forte (porque às vezes o cansaço é muito e a paciência pouca) risse na mesma. Para ele estou sempre a brincar, não consigo que me leve a sério.

 

Será muito cedo para diagnosticar hiperactividade, ou este é um comportamento normal e eu é que estou a amplificar a situação?

 

Apesar de termos planeado ter outro filho, olhar para estes últimos 2 anos, faz-nos desistir da ideia, não sei se aguentaria “dose dupla”.

 

Muito obrigada

Glória Teixeira



Publicado por consultoriodeeducacao às 08:00
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