Linha de apoio para que possa obter esclarecimentos sobre a forma de promover o sucesso escolar, as relações interpessoais, os comportamentos saudáveis e o bem-estar das crianças.

Envie a sua questão
PESQUISAR
 
TEMAS

"não!"

2 anos

acordar a meio da noite

actividades

adolescência

agressividade

almoçar na escola

anjinho

ansiedade

assertividade

autonomia

avós

birras

boçar

bondoso

brinca

brinquedos

bruxas

calendário

cansaço

castigos

causa

ciume

comida

competencias; criança; adaptada

comportamento

comportamento alimentar

compromisso

comunicação

contrariedades

crianças hiperactivas - parte 1/3

crianças hiperactivas - parte 2/3

crianças hiperactivas - parte 3/3

criatividade

cultura

delegação; competências; reforço; positi

depressão

desafiar os pais

desenvolvimento

diagnóstico

dificuldades cognitivas

dificuldades de aprendizagem

dinamica familiar

disciplina

dislexia

divorcio

divórcio

doenças

dores de cabeça

dormir

educação

emoção

ensino

escola

esfincter anal

estratégias

falar durante a noite

familia

fraldas

frustração

grelha; acompanhamento; relação

hiperactividade

horários

individuação

infantário

influencias

irmaos

irmãos

irmãos; relação; equipa; partilha

irritações

isolamento

limites

medos

modelos de educação

negociação

negociar

negociar com emoção

obesidade infantil

pais

palmadas

pensamento simbolico

permissividade

privacidade

quarto dos pais

refeições

regras

relação pais-filhos

respostas

separação

separação de pais

sexualidade

sono

sonolencia

sopa

tempo; pais; angustia; dedicação

tolerância

tv

vómito

xi-xi

todas as tags

ARTIGOS
Educação
ARQUIVOS

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Quinta-feira, 21 de Junho de 2007
Criança de 3 anos - nova pergunta

Olá bom dia, Obrigado por ter trazido um assunto que obriga aos pais gerirem situações tão dificeis e delicadas, tais como, conseguirem com eficiência transmitir um ordem aos filhos. Tal como referiu, também pensamos que bater nos filhos poderá não ser a melhor solução, na maior parte dos casos. A questão que se coloca é uma questão de escala. Para lhe dar um exemplo: será que devemos dar uma palmada se o nosso filho não obedecer a uma ordem de pousar o comando da TV em cima da mesa?, ou devemos dar a tal palmada realmente em coisas graves e importantes como por exemplo se ele estiver a pôr em risco de vida alguém, ou a ele próprio, brincando com facas, empurrando um irmão pelas escadas abaixo, etc? O que lhe queremos transmitir é que as crianças, enquanto estão a crescer, estão a aprender e a amadurecer uma série de coisas, e cabe a nós irmos conseguindo transmiti-lhes a tal escala de importâncias, senão corremos o risco de, por tudo e por nada, eles reagirem duma forma sempre igual a todas as frustrações, contrariedades ou relações. Com os melhores cumprimentos, Miguel Botelho de Barros

Bom Dia! Li a resposta que dá á mãe da criança de 3 anos. Concordo com o que diz, mas surge-me uma dúvida, resolver uma birra por vezes é tarefa bastante díficil e só se consegue não ameaçando, mas dando mesmo uma palmada no rabo. Esta, que não é decerto a melhor solução, quase sempre resulta. Pergunto-lhe, é totalmente errado fazê-lo? obrigado

Publicado por consultoriodeeducacao às 11:28
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Comentários:
De Sara a 19 de Julho de 2007 às 04:51
Não acredito que a palmada seja a melhor solução e, confesso, que a punição física especialmente em crianças muito pequenas é algo horrível. Contudo, tenho 3 crianças - com idades compreendidas entre os 6 anos e os 22 meses - a partir de completarem dois anos ou dois e meio, já devo ter dado umas duas ou três palmadas aos mais velhos. Do que constatei, a palmada nunca resultou com a primeira, apesar de que uma conversa explicada também não. O que acabava por gerar frutos era realmente o não ligar, embora perceba que de acordo com o tamanho da birra e a sua duração seja difícil de suportar. Com o segundo, a palmada só piora, tal como o ignorar, mas o diálogo a bem e com muita calma faz com que tudo ande às mil maravilhas.
Resumindo, não considero que a palmada resolva, só serve para nos acalmar a nós próprias quando estamos muito enervadas. Mais, a palmada utilizada frequentemente também deixará de resultar, porque cria habituação na criança e ela deixa de se importar e, ainda, se lhe pode acrescentar o facto de ajudar a criança a entender a violência como aceitável.
Por último, gostaria de salientar que sou um pouco céptica quanto a modos rígidos de actuação, ou seja "faça isto, nunca aquilo", porque cada criança é um mundo, logo crianças com personalidades muito diferentes podem reagir de modos diferentes. A sensibilidade e a sensatez são a melhor maneira de se encontrar a solução adequada. A minha primogénita era até aos 4 anos uma criança difícil, extremamente teimosa e fazia birras capazes de durarem 40 minutos, apesar de ser super meiga, amiga, social, inteligente e em termos de linguagem precoce (com 2 anos e meio dizia a palavra "otorrinolaringologista" sem um único soluço!). As pessoas de fora, incluindo familiares chegados deixavam-me ainda mais nervosa, porque eles próprios eram incoerentes; umas vezes, diziam para desprezar a birra - e quando o fazia, eles não aguentavam o tempo da dita! -, outras para ralhar, sei lá... Diziam-me que ia ter imensos problemas quando ela fosse um pouco maior. O que me tirava realmente do sério eram as birras em espaço público. Hoje, tem 6 anos, e todos dizem o contrário, que é uma menina muito educada, muito mais do que o normal. O segredo? Não liguei ao que disseram, agi, como considerei melhor de acordo com a situação, talvez até com uma certa condescendência, muito carinho e repetindo sempre o que era correcto e porquê. Acho que as crianças entendem com o coração, não têm uma memória igual à nossa, funciona de forma distinta, como se fosse por impressões, por sabores. É só uma questão de dar tempo ao tempo, essas impressões vão-se organizando no seu interior. Muitas vezes, diziam-me que não devia ligar e que também não lhe devia dar explicações, que era muito pequena e que isso era colocar-me ao seu nível. O truque está em lembrarmo-nos de nós próprios quando éramos crianças, mesmo que tivéssemos personalidades diferentes dos nossos filhos - que é o meu caso. Também perdi a cabeça, e gritei algumas vezes - o que dá aspecto de neurótica e pouco equilibrada -, mas é humano nem sempre suportar... As palavras chave são "amor e transmissão de conhecimentos" não "poder e autoritarismo". Para se disciplinar não é necessário desrespeitar.


De isabel a 19 de Abril de 2008 às 22:32
gostei de ler a resposta dada. Tenho uma filha de 3 anos que é muito teimosa e por vezes não sei como agir. Batendo-lhe não resolve, falo com ela para ver se percebe o que lhe quero transmitir, mas volta a fazer o mesmo.


De consultoriodeeducacao a 24 de Abril de 2008 às 11:15
A primeira questão de que nos devemos lembrar prendesse com o facto de eles aprenderem por imitação.

Devemos assim pensar sempre antes de agir porque vamos servir de exemplo.

Os castigos” devem ser doseados para as idades sem utilizar métricas para adultos.

Por exemplo não é produtivo deixar uma criança pequena sentada de castigo por muito tempo, porque ela não vai conseguir ficar e não é por teimosia ou maldade, é porque não consegue.

Assim tem de ter o cuidado de dosear os tempos e o tipo de abordagem, pois o mesmo discurso não é entendível por diferentes crianças em diferentes estádios de desenvolvimento.
A equipa Let's Grow


De Kevlar Source a 1 de Setembro de 2009 às 10:06
ERRATA:

.../... de que nos devemos lembrar .../...
de que devemos lembrar-nos

.../... prendesse .../...
prende-se

.../... Devemos assim pensar .../...
Devemos, assim, pensar

.../... doseados para as idades .../...
doseados de acordo com as idades

.../... sem usar métricas para .../...
sem usar medidas de

.../... não é entendível .../...
não é inteligível
é ininsteligível
não é perceptível


De marli de campos a 31 de Março de 2009 às 13:30
tbem tenho um filho de 3 anos é muito teimoso ontem tive que chama-lo mais de cinco vezes para tomar banho e realmente é um aprendizado tem que ter muita paciencia para educar os pequenos.


De raquel a 29 de Agosto de 2008 às 17:19
Concordo inteiramente com o que foi escrito pela Sara e até me revejo nalgumas das situações descritas no entanto tenho um marido que nem sempre concorda com aquilo que á partida devia de ser de comum acordo, o que acaba por ser um terreno muito fértil ás investidas tidas pelo nosso rebento de 4 anos. É uma ilusão quando se dá uma palmada por dá cá aquela palha!!! isso não é educar mas sim consentir a violência. É muito mais fácil dar uma palmada do que ter o bom senso de falar cara a cara com a criança, ao fim de um dia em que os pais estão cansados, no entanto esquecemo-nos que estamos a cultivar uma rotina tipo a "pescadinha de rabo na boca" que não leva as nossas crianças a lado nenhum.
Claro que já dei muitas palmadas, mas nós também vamos amadurecendo como pais.
Se houver pais perfeitos que se apresentem.
Tudo faz parte de um crescimento e amadurecimento contínuo com altos e baixos.
Tento todos os dias ser sempre melhor que ontem e aprender com os meus erros e ás vezes com os dos outros.
Diálogo!!!!!!


De lurdes a 23 de Junho de 2009 às 16:17
adorei o comentario o meu filho tamb é mt activo e eu tamb gritava mt mas agora ñ, vou esplicando-lhe as coisas até mais k uma vez e está a resultar ele ñ tem o pai mt presete devido ao trab passa mts meses fora do país. adoro o meu filho


De Telma a 9 de Setembro de 2008 às 18:04
Tenho um filho de 3 anos e meio com quem sempre fiz o que fizeram comigo - diálogo, paciência e tempo para que adquira a aprendizagem. Não espero que de um dia para o outro, só porque eu lhe expliquei que algo está errado, que ele deixe de errar - mas com o passar do tempo tenho verificado que ele acaba por assimilar o que lhe disse e compreender. Como resultado da minha persistência, paciência e dedicação tenho um filho meigo, que não é violento com outras crianças, que não torna a vida das pessoas cá em casa num inferno - como oiço tantas pessoas se queixarem. Deixo-o brincar, desarrumar os seus brinquedos, experimentar coisas novas, ajudar-me nos afazeres domésticos.E as nas regras básicas ele é cumpridor. É uma criança que não me dá problemas de maior.
O que tenho verificado é que, infelizmente, é que ele é vítima de algumas crianças que talvez em casa não tenham o exemplo da não violência. Ele não bate em ninguém, mas já me tem contado de alguns colegas que lhe batem. E aqui sim fica a minha dificuldade maior: não quero ensinar-lhe a bater, mas também não quero que ele seja alvo de agressões no exterior, ou seja, quero que ele se saiba defender sem bater.
A questão é: como educar uma criança para lidar com a violência dos outros?


De consultoriodeeducacao a 10 de Setembro de 2008 às 20:36
É muito natural que sinta alguma angústia por saber que educa o seu filho para não ser violento e que esse facto o pode transformar num alvo da violência dos outros.

É fundamental para qualquer criança estar adaptada ao meio em que vive, para isso a criança deve ter uma boa auto-estima e gerir bem as suas emoções.

As nossas emoções devem ser bem geridas pois elas permitem uma boa adaptação ao meio social, deste modo a inteligência emocional do seu filho pode ser a sua defesa em relação à violência dos colegas de escola.


De marlyf a 11 de Novembro de 2008 às 14:35
Passo pelo mesmo dilema com meu filho de 3 anos e 2 meses, sempre lhe ensinei a não bater, e sim conversar, mas algumas vezes quando ele conta que o amigo bateu, e ele não reagiu, fico também preocupada dele não reajir. Quanto as palmadas nunca bati no meu filho, ´´e verdade, acreditem, tenho muita paciência, e consigo resolver com conversa.


De célia a 6 de Fevereiro de 2010 às 23:41
também tenho uma princesa de 3 anos que faz as birras de que falam, mas é a minha 4ª filha e tenho 40 anos, quase sempre consigo dar a volta á questão e quando ela dá por isso jé está a brincar a outra coisa, as birras são uma maneira de tentar controlar o mundo deles, é possivel dar a volta, mas na verdade dá muito trabalho, e temos de mudar de tecnicas, eles aprendem depressa


De Liliana a 9 de Fevereiro de 2010 às 23:00
Boa noite:

Tenho gémeos, um rapaz e uma rapariga com 3 anos. Por vezes, desespero com eles, pois têm muita energia. Infelizmente, sou divorciada e fico sempre com aquele receio de eles ficarem a gostar mais do pai e da sua namorada do que da mãe. Eu tento lhes dar uma educação calma, tranquila, mas não consigo. Nunca estão satisfeitos com nada, não os consigo segurar a brincar em algo. Eles já andam no infantário desde os 7 meses e não sei se foi o infantário que os pôs mais energéticos. Quando um faz asneiras o outro vai atrás. Não sou pessoa de lhes fazer as vontades todas, até porque eu quero que eles entendam que "o dinehiro não cai do ceú". Por vezes, dou-lhes uma palmada na mão e no rabiote e levanto a voz para eles preceberem que fizeram mal, mas, logo a seguir estão a fazer o mesmo, principalmente a minha filha que tem uma personalidade muito forte.
Gostava de saber o que fazer para os entreter.
Quando posso levo-os à psicina, mas portam-se tão mal, berram a aula toda porque querem a mamã e são os únicos que não fazem o que a professora diz.
Já pensei em levá-los ao karaté....
Não sei.

Liliana


De MARTA VIEIRA a 17 de Março de 2010 às 09:22
Ola a todas .
Tenho uma filha com três anos, e está habitualemente com os avós. De facto, é muito energética e não sei oque fazer para a sossegar, durante a noite raramente dorme uma noite inteira, acorda e quer ver televisão, ninguém aguenta. Socialente gosta de brincar com outros meninos da mesma idade mas, só se eu estiver por perto. Inscrevi-a no Ballet, amigas è horrivel não há mamneira de se integrar o que fazer ? Estou desesperada porque também a professora não me dá grande confiança de integração, a professora não procede há integração com motivação.
Estou a pensar em terminar esta frequência mas, não sei se faço bem ? Boa dia para tosos


De Ana Santos a 2 de Julho de 2010 às 10:22
Olá Bom dia, gostei muito da Resposta da Sara, e concordo plenamente, eu tenho um filho que vai fazer 3 anos em Agosto, é uma criança difícil , com uma personalidade bem vincada deste muito pequeno, faz birras como todos fazem, já levou umas palmadas, e para desgosto meu, não valeu a pena, só piora as coisas, falar a bem também é difícil e como dizem as Educadoras e deixar fazer a birra, ignorar, e quando ele tiver calmo e falar com ele e explicar o que fez e o que não deve fazer, mas como vocês sabem a paciência tem limites, e muitas vezes nos enervadas descarregamos em cima deles sem terem a mínima culpa, mas educar é tarefa árdua e muita complicada, a família também não ajuda em nada, como disse a Sara que a criticam que para o futuro ele vai pior, é horrível ouvir esses comentários eu ouço e muito, ate um simples mimo criticam, que não devo fazer , que só o estou a estragar, mas afinal de contas quem é mãe ? quem é que educa? quem é que ama mais um filho sem sermos nos? se eu não amar o meu filho agora quando é que faço isso? é duro, muito duro as criticas pois fazem com que nós fiquemos muito pior, a nossa própria auto estima fica mal, e ficamos mesmo sem paciência para o nosso filho, o que eu mais detesto no meu filho é o levantar daquela mão quando estou a chamar atenção ou quando ele chama me má mãe , é horrível , mas as educadoras já disseram que todos os meninos da sala estão assim para os pais, que é só uma fase que vai passar, pois espero que sim, eu amo muito o meu filho ele é lindo é meigo social fala imenso, inteligente, mas o feitio a personalidade é difícil de dobrar, estou a tentar um 2 filho e espero que seja mais paciente do que o 1º filho.


De Angela a 30 de Janeiro de 2011 às 17:30
Boa tarde Ana,

Sou mãe de três criancinhas: gêmeos de 3 anos e uma menina de 1 ano e 8 meses. Tenho observado o seguinte: Quando precisamos ir ao supermercado ou vamos visitar alguém no horário do sono deles, ou ainda os obrigamos a ficar muito tempo quietos em lugar sem atrativos, eles começam a ficar muito cansados e respondem com as birras. Procuro não levá-los a lugares muito agitados por muito tempo. Isto ameniza as famosas "birras".


De Mona Liza a 5 de Julho de 2010 às 20:51
Ola boa tarde.estou passando por um momento dificil tambem com meu filho de 03 anos e 08 meses.ele é muito carinhoso, inteligente e muito amado.porem esta ficando desobediente, nao obedece a mim e nem o pai.tento impor as regras e disciplinar mas nao vou em frente acabo ficando nervosa, as vezes grito e dou umas palmadas.ele sempre pede desculpa, me abraça e eu acabo cedendo.fui hoje ao pediatra dele e fiquei mais triste ainda pois ele disse que o caso do meu filho pode ser transtorno de oposição.mas no fundo sinto que nao é tao grave assim, é apenas birra e fase normal.o que eu posso fazer pra melhorar essa situação?preciso de ajuda.


De Marcelo a 25 de Dezembro de 2010 às 11:16
Bom dia
Neste momento estou a passar por um problema de "birra, e teimosia", tenho uma filha de 2 anos, muito inteligente, e não quer tomar o antibiótico. ( depende o estado de espírito dela, se diz "não" mantém a birra, por vezes toma sem reclamar )
Eu e minha esposa tentamos sempre transmitir amor carinho e muito dialogo, mas ela não sede.
Já gritei com ela mas sem resultado.
Estou cansado mas não quero dar palmadas...
O que fazer?!


De Angela Ramos a 30 de Janeiro de 2011 às 17:25
Prezado Marcelo,

Quanto ao remédio, descobri uma pequena solução, que tem dado certo. Dou a seringa (destas para injetar na boquinha o antibiótico - sem agulha, claro) e deixo que ele mesmo coloque na boca. Como às vezes espirra o líquido, peço para ele, para que deixe-me apertar. Ele tem 3 anos e 2 meses. Desde então, ele tem tomado o remédio sem problemas.


De Anónimo a 28 de Setembro de 2011 às 12:03
Olá!!!
Tenho duas filhas uma de sete anos e outra de três anos que infelizmente é o problema: muito teimosa, tem uma personalidade muito difícil em relação a outra, já tentei de tudo, parece que nada resolve apenas no momento ela pede desculpa , abraça chora e diz que não faz mais depois ela voltar a teimar e fazer birra como nada tivesse acontecido; converso muito com em alguns momentos já disciplinei com vara o que para mim é o limite.Li o texto da Sara e concordo com ela que temos ter muita paciência, criatividade e muita sabedoria, e estar sempre inovando na educação de nossos filhos.
Quanto ao remédio certa vez ela prescisou tomar ATB e tentei de todas as formas; conversa, seringa, calma, coloquei direto na boca segurando contra a vontade, ela vomitava foi impossível , então falamos com a pediatra a qual nos orientou para fazermos no músculo, bom até hoje não tenho mais problemas com remédios,ao menos esse está resolvido.


De vera a 8 de Maio de 2011 às 00:53
ola eu sou a vera e tenho um filho de 3 anos eu nem sei o k fazer e uma criança inrrekieta e muito discreto sabe ate muito para a idade dele ele ta na pre escola a professora diz k ele e uma criança muito activa sabe mais do k os mais velhos da sua sala pois ele em casa chora constantemente faz birras por tudo nao ouve um nao e uma crinça k nao da para explicar como ele e muito mal criado ate parece uma criança k foi mal tratado e foi tratado cm muito a mor e carinhopor todos da familia a professora dele diz k ele nunca ker fazer o k ela manda so vai kando ker e kando ve os colegas com os seus trabalhos feitos rasga para ser sinsera ja nem sei o k fazer a medica diz k e normalç eu nao acho nada de normal.


De Luis a 26 de Maio de 2011 às 10:34
Bom dia...o meu nome é Luis esto a passar por um monto de curiosidades.
Tenho uma questão e quero comentarios.
As crianças do 2 e 3 ano de vida ja são crescidas podem ficar por muito tempo centadas na mesma posição.
Comente a afirmaç...


De Cristina a 25 de Julho de 2011 às 18:00
Tenho um filho de 3 anos e dois meses, é teimoso, não obedece, quando meu marido e eu chamamos a atenção dele ele nos encara, grita, acha que é o dono do pedaço, converso com ele, explico a ele que não pode fazer isso, mas não adianta, ele não obedece, nem gritando, nem batendo .. nada resolve.. ele é ligado no 220, é espuleta desde que levanda ás 06 da manhã até a hora que vai dormir ás 21 horas. Não tenho sussego em sair com ele ele grita na casa dos outros, chora quando houve não, faz muita birra, não sei mais o que fazer, coloco de castigo, mas não adianta, é como se nada tivesse acontecido. To esgotada.
Preciso de ajuda, amo meu príncipe, não acredito que isso seja normal, apesar de dizerem que é , quero educá-lo corretamente, mas acho que erro de mais. Trabalhamos o dia todo e ele fica na escolinha.
Não consigo conversar com meu marido, ele quer a atenção só pra ele. Tá FD!
Me ajudem.


De francieli a 30 de Novembro de 2011 às 23:09
Boa noite pessoal, tambem passei por aqui para desabafar, meu filho é uma bençao, ligado no 220,acha que manda nele, tem 3anos e 7meses e esta dificil de fazer ele parar de falar,ele fala como papagaio, tentamos de tdo, tbem nao consegue relaxar, ficar quieto, se contrariado abre um berredo qe parece que estamos matando ele. SR Jesus nos ajude a ter sabedoria para educar nossos filhos.


De Ana claudia a 21 de Outubro de 2011 às 14:48
Olà,bon dia sou ana claudia e tenho um filho de apenas 3 ans ele não mim obedese em nada boto ele de castigo,bato mas não adianta.\'m ajudem por favor.


De Iasmin a 12 de Dezembro de 2011 às 16:30
Minha filha tem 2 anos e 10 meses, e está muito teimosa e fazendo muitas birras.. Tenho tentado não dar palmadas nela.. mais as vezes é inevitável..É errado educar com uma palmadas?? Apanhei quando pequena e nem por isso me transformei em um adulto violento...


Comentar post


Marque a sua consulta







Morada:
Av. António Augusto de Aguiar, 38 R/c Esq.
1050-016 Lisboa
Telefones: 93 933 55 88 / 91 659 88 38
email: info@letsgrow.pt
www.letsgrow.pt
http://consultoriodeeducacao.blogs.sapo.pt/

O QUE É … A LET’S GROW?

A Let’s Grow é um projecto português que nasceu em 2006 da necessidade sentida pelos Psicólogos Miguel Botelho de Barros (área Clínica) e Rui Nunes da Silva (área Social e das Organizações) de criar um programa de consultoria para a infância. Deste modo, a Let’s Grow integra na sua formação duas áreas distintas mas complementares que, ao cruzarem informação, permitiram melhorar significativamente a compreensão e a resposta face às lacunas sentidas nos projectos próprios da infância relativamente às competências sociais e emocionais.

A Let’s Grow é um conceito inovador e muito prático, que adapta as últimas descobertas da Psicologia Social e do Desenvolvimento Infantil às novas necessidades do séc. XXI. Através da aplicação de uma metodologia eficaz e rápida, È possível as crianças experimentarem e interiorizarem as ferramentas que promovem um desenvolvimento mais completo.

A nossa Missão

A missão da Let’s Grow é ser a Parceira das Crianças, suas Famílias e Escolas, de modo a que todos consigam gerir de forma eficaz os processos de crescimento e de mudanças, através do desenvolvimento e optimização das suas competências emocionais e sociais.
blogs SAPO
RSS