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Domingo, 27 de Janeiro de 2008
...

Boa Tarde,

A nossa sociedade cada vez mais promove o individualismo em detrimento da vida comunitária, mesmo da vida familiar. A proliferação de computadores e televisões em cada casa veio reinforçar mais a faceta individualista já presente em todos os adolescêntes. Tenho um filho com 13 anos que está em plena  "adolescência", com tudo a que tem direito!  O seu quarto, o seu espaço e a sua música. Como família todos temos as nossas obrigações comuns e procuramos que as crianças cresçam com a ideia que a cooperação de todas é necessário para a coesão familiar, e para a casa funcionar. Somos uma equipa.
A minha pergunta é se consideram possível um adolescente participar  nas actividades familiares, aqui incluo lúdicas e obrigações de cada um, como arrumar o quarto, participar no dia a dia da casa, sem ser sempre como uma obrigação, mas sentir que está a participar na vida da família, e que a sua cooperação é positiva e necessária para o bom ambiente familiar.

Obrigada.

Teresa  Washington Dc

 



Publicado por consultoriodeeducacao às 23:14
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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008
Temos de falar sobre sexo aos nossos filhos?
A sexualidade e a adolescência são dois temas fortes e muito falados nos tempos de hoje, nomeadamente por ainda estar camuflada a expressão livre e de esclarecimento sobre a sexualidade nos jovens, que está a ser cada dia mais precoce. Todo o meio que envolve o adolescente tem dificuldade em abordar esta temática, não permitindo que os jovens tenham uma fonte segura para verem esclarecidas dúvidas que muitas vezes os atormentam. A adolescência é uma fase da vida na qual a personalidade está na fase final de estruturação e a sexualidade insere-se nesse processo sobretudo como um elemento estruturador da identidade do adolescente. Daí a necessidade de procurarmos conhecer melhor os mitos, tabus e a realidade da sexualidade para que possamos abordá-la de forma mais pacífica com os adolescentes, de manter um diálogo franco e entender as manifestações dessa sexualidade aflorada própria da idade.
A questão da sexualidade mudou tão rapidamente, nas últimas décadas, que deixou os pais “perdidos”. Antigamente as famílias não colocavam muitas dúvidas sobre o que era o correcto ou incorrecto na sexualidade; o que podiam permitir ou não. Hoje vivemos um momento difícil para a construção de um sistema de valores sexuais.
Por isso, considero importante alertar os pais que, existem alguns valores que não podem deixar de ser transmitidos aos jovens, tais como: O respeito por si próprio e pela sua dignidade enquanto pessoa; O respeito pelo outro. Não é permitido ver outro como meio de satisfação das suas necessidades; O acesso à informação. Responder ao que a criança quer saber de forma honesta e não preconceituosa; e, Ajudar a criança a desenvolver o espírito de crítica, a capacidade de raciocínio e a reflexão para escolher o que lhe convém.
 
Para lidar com a sexualidade dos seus filhos, é necessário defrontar-se com a sua própria sexualidade e esta situação pode gerar, muitas vezes, angústia. A sexualidade dos filhos traz para o presente, para muitos pais, aspectos reprimidos da própria sexualidade. É preciso encarar esta realidade, desbravar medos e aceitar que todos nós somos seres sexuais e todo o conhecimento que nos é fornecido no início do desabrochar da sexualidade é importantíssimo para o nosso amadurecimento futuro, quer na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis quer em natalidades não desejadas.
 
Vera Ribeiro, Psicóloga Clínica
A equipa da Let´s Grow agradece a colaboração e a opinião da Dra. Vera Ribeiro, especialista na área das Sexualidades.


Publicado por consultoriodeeducacao às 00:55
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007
A doença e a Avó
Boa tarde,
 
Sou mãe deduas crianças, uma de 3 anos e outra de 2 meses.
 
Vivemos relativamente perto da minha mãe, que ajuda a criar e a educar, que vaibuscar a cresche e que todos OS dias vem ver OS netos ou vamos nós a Casa dela.
 
O emu filho de 3 anos , nasceu comuma cardiopatia congénita, uma tetralogia do fallot, felizmente já operado e cuja situação ficou quase na totalidade sanada e sem sequelas.
 
A minha mãe avó completamente galinha, deixa o menino fazer tudo, na hora que quer, comer o que quer, vestir o que quer, levar para a escola o que quer, e quando consegue dizer não é via contrapartida, ( do género, vamos para a escola, mas logo pedes a avo o que queres que eu compro-te), quando tento impor o não, não pode ser , não podes fazer, não podes beber outrra vez leite em vez da sopa é uma comédia porque se a minha mãe está presente está tudo arruinado porque coitadinho do meu menino.
 
Quando nasceu o bebé a recomendação DA avó foi: Cuidado porque o meu menino ainda pode apanhar uma depressão....
 
Muito inteligente o meu filhinho, naturalmente mimado também por conta da situação clinica e de todo o amor que temos que transmitir as crianças,está a ficar estragado se assim lhe posso chamar porque acha que pode fazer tudo porque se eu ou o pai não deixamos, a avó deixa, mais que não seja quando nós não estamos.
 
Como fazer para controlar esta situação, para explicar a avó que chorar de birra não faz mal, que se não almoçar por birra depois vai almoçar a comida mais tarde, que não pode comer todos os dias chocolate, que não pode fazeras refeições de leite e iogurtes porque a comida faz falta, que só porque teve uma doença grave não pode ser o coitadinho, porque é um muido graças a Deus normal?


Publicado por consultoriodeeducacao às 15:53
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A Let’s Grow é um projecto português que nasceu em 2006 da necessidade sentida pelos Psicólogos Miguel Botelho de Barros (área Clínica) e Rui Nunes da Silva (área Social e das Organizações) de criar um programa de consultoria para a infância. Deste modo, a Let’s Grow integra na sua formação duas áreas distintas mas complementares que, ao cruzarem informação, permitiram melhorar significativamente a compreensão e a resposta face às lacunas sentidas nos projectos próprios da infância relativamente às competências sociais e emocionais.

A Let’s Grow é um conceito inovador e muito prático, que adapta as últimas descobertas da Psicologia Social e do Desenvolvimento Infantil às novas necessidades do séc. XXI. Através da aplicação de uma metodologia eficaz e rápida, È possível as crianças experimentarem e interiorizarem as ferramentas que promovem um desenvolvimento mais completo.

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A missão da Let’s Grow é ser a Parceira das Crianças, suas Famílias e Escolas, de modo a que todos consigam gerir de forma eficaz os processos de crescimento e de mudanças, através do desenvolvimento e optimização das suas competências emocionais e sociais.
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